sexta-feira, 16 de abril de 2010

Reabilitação Funcional em pacientes com AVC através do fortalecimento e condicionamento muscular: esclarecendo velhos mitos

Introdução

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o acidente vascular cerebral (AVC) como uma síndrome clínica com desenvolvimento rápido de sinais clínicos de perturbação focal ou global da função cerebral, com possível origem vascular e com mais de 24 horas de duração.

No Brasil, o AVC é considerado a principal causa de morte. Além disso, estudos realizados nas cidades de Salvador e Joinville indicam incidência em adultos jovens variando de 0,08% a 0,18%. Apesar de a prevalência ainda ser desconhecida, ela não deve ser muito diferente da apresentada nos outros países. (LESSA, 1999)

Sob a ótica motora e em termos de manifestações clínicas, a hemiplegia ou paralisia de um hemicorpo é o sinal clássico decorrente de um Acidente Vascular Cerebral. Além desta, outras manifestações pode ocorrer como os distúrbios sensitivos, cognitivos, de linguagem, de equilíbrio, força muscular e do tônus postural1. (BASMAJIAN, 1987)

A reabilitação destes pacientes é na maioria das vezes, um grande desafio. Os esforços para minimizar o impacto e para aumentar a recuperação funcional após AVC têm sido um ponto importante para os profissionais de reabilitação.

É consenso na literatura atual que a fraqueza muscular, caracterizada pela incapacidade do músculo em gerar força nos níveis considerados normais é uma séria limitação à função e à reabilitação, atrasando muitas vezes o ganho funcional dos pacientes hemiparéticos crônicos ao longo da terapia.

A fraqueza muscular é uma das alterações mais significativas presentes após o AVC e um fator limitante para a recuperação funcional. O fortalecimento muscular não tem sido muito utilizado na reabilitação após o AVC porque se acreditava que haveria uma interferência na coordenação e no timing do controle motor, exacerbando a restrição imposta pelo músculo espástico e reforçando os padrões anormais de movimento. Não há evidências científicas que suportem tal afirmação. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

As manifestações clínicas presentes no AVC envolvem comumente alterações motoras e sensitivas, prejudicando a função física. Déficits nas funções cognitiva, perceptiva, visual, emocional e continência podem estar associados ao AVC, e a severidade do quadro clínico dependerá da área e extensão da lesão. A presença de déficit do controle motor pode ser caracterizada por fraqueza, alteração de tônus e movimentos estereotipados, que podem limitar as habilidades para realizar atividades como deambular, subir escadas e autocuidar-se.

Espasticidade

A espasticidade está associada à exacerbação dos reflexos tendinosos e é caracterizada pelo aumento da resistência ao alongamento muscular passivo, que é elevada com a velocidade deste alongamento e também pode ser acompanhada de mudanças nas propriedades intrínsecas da musculatura esquelética, através da alteração no comprimento e no número dos sarcômeros, da relação entre comprimento e tensão, da transformação de fibras musculares do tipo II em tipo I e da fibrose tecidual, contribuindo ainda mais para a diminuição das atividades funcionais dos pacientes que apresentam este quadro de espasticidade após a doença encéfalo-vascular (DEV). (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Os mecanismos fisiopatológicos da espasticidade permanecem obscuros. As causas principais, atualmente consideradas possíveis, incluem: aumento do nível de neurotransmissores nas vias existentes, alterações na excitabilidade dos interneurônios espinhais, hipersensibilidade dos receptores e formação de novas sinapses pelo processo de reinervação colateral. Este último mecanismo, apesar de não ser completamente aceito, poderia ser responsável pelo curso de tempo variável em que a espasticidade se desenvolve em pacientes neurológicos. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Imediatamente após o AVC há perda do tônus muscular referido como paralisia flácida. A flacidez é caracterizada como perda do movimento voluntário e ausência da espasticidade reflexa. Nenhuma resistência é encontrada quando o alongamento é aplicado na musculatura. Há, usualmente, pouco ou nenhum movimento voluntário durante este estágio que pode durar dias, horas ou semanas. O tônus muscular tende a aumentar gradualmente e a espasticidade, a se instalar. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

A espasticidade caracteriza-se pelo aumento da resistência ao alongamento passivo e é dependente da velocidade do alongamento; está associada à exacerbação dos reflexos tendinosos, sendo uma das seqüelas mais comuns presentes nas lesões do sistema nervoso central. No AVC há uma predileção da espasticidade pela musculatura flexora de membros superiores e extensora de membros inferiores. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

A quantificação do grau de espasticidade continua sendo um problema de difícil solução, pelo fato de ser influenciada por fatores como ansiedade, depressão, fadiga e/ou temperatura ambiente. Esforços para quantificar os graus de espasticidade têm-se concentrado em medidas clínicas subjetivas ou em medidas mais objetivas por meio de métodos eletromiográficos, biomecânicos e neurofisiológicos. Entretanto, nenhuma medida uniforme foi atingida. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

A relação entre espasticidade e função não está clara. Apesar de haver evidências clínicas de que a espasticidade limita os movimentos voluntários, observa-se que, à medida que ocorre retorno da função voluntária, a dependência dos padrões sinérgicos e da espasticidade tende a diminuir. Parece não haver uma relação direta entre a performance dos movimentos voluntários e a hiperatividade do reflexo de estiramento. Entretanto, correlações entre a capacidade funcional e o grau de espasticidade têm sido estabelecidas.

Fraqueza muscular

A fraqueza muscular tem sido reconhecida como fator limitante de pacientes pós-AVC e é refletida pela incapacidade de gerar força muscular em níveis normais. Mudanças fisiológicas no músculo plégico podem contribuir para o déficit de força observado. Estudos morfológicos dos músculos esqueléticos de pacientes hemiplégicos têm sugerido que a atrofia muscular é conseqüente do desuso, da perda dos efeitos tróficos centrais, da atrofia neurogênica, do repouso excessivo no leito durante a fase aguda do AVC, da perda de unidades motoras, da alteração na ordem de recrutamento e do tempo de disparo das unidades motoras, da alteração na condução dos nervos periféricos e do estilo de vida sedentário. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Entre o 21º e 61º mês após o AVC, o número de unidades motoras funcionantes é reduzido em aproximadamente 50%. Uma explicação para esta perda é a degeneração do trato corticoespinhal, resultando em alterações transsinápticas nos motoneurônios. As unidades motoras do lado parético são mais fadigáveis, levando a um déficit de resistência. A área fascicular total e o número total das fibras grandes mielinizadas da parte ventral da medula lombar estão significativamente diminuídos em pacientes com doenças cerebrovasculares. Ocorre também uma diminuição significativa da área de seção transversa das células do corno anterior da medula cervical do lado afetado em relação ao lado não afetado e ao grupo-controle. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Existe um déficit de força nos músculos do membro não afetado de indivíduos hemiplégicos e hemiparéticos em relação aos indivíduos saudáveis. Projeções bilaterais do trato corticoespinhal nos músculos dos membros parecem representar um papel importante na fraqueza muscular ipsilateral à lesão do motoneurônio superior. Estudos eletromiográficos indicam que o déficit de força muscular deve-se a mudanças estruturais e mecânicas no músculo hemiparético, nos tendões e no tecido conectivo que impõem restrição passiva, limitando a ativação voluntária do músculo agonista. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

A relação entre espasticidade e fraqueza muscular tem sido relatada como fator de base nos déficits da performance funcional em pacientes com AVC. A força muscular do lado parético, ao contrário da espasticidade, correlaciona-se com as atividades funcionais, principalmente a marcha. A força muscular do lado parético, quando avaliada por medidas de torque e força, relaciona-se positiva e significativamente com a velocidade da marcha, a cadência, o nível de independência e a distância. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Fortalecimento muscular

A fraqueza muscular é uma das alterações mais significativas presentes após o AVC. O fortalecimento muscular não tem sido muito utilizado na reabilitação após o AVC porque se acreditava que haveria uma interferência na coordenação e no timing do controle motor, exacerbando a restrição imposta pelo músculo espástico e reforçando os padrões anormais de movimento. Não há evidências científicas que suportem tal afirmação. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Um aumento na força do quadríceps foi associado a mudanças positivas na performance da marcha de crianças com diplegia espástica. Um programa de treinamento com resistência progressiva resultou em aumento na força muscular, mobilidade articular e resistência em adultos com paralisia cerebral espástica, entretanto, nenhum aumento na espasticidade foi observado. Programas de treinamento de força resultam em hipertrofia seletiva e significativa das fibras de contração rápida, tipo II, aumento na ativação neural, bem como melhora da função e auto-estima. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

A fraqueza muscular do lado parético deve-se, em parte, à desorganização do comando descendente. Em pacientes com paresia espástica, a contração concêntrica promove alongamento no músculo antagonista, podendo incitar o reflexo de estiramento que irá limitar o movimento. Na contração excêntrica, o alongamento do agonista pode levar à ativação do reflexo de estiramento neste músculo, reforçando o movimento voluntário. Em pacientes espásticos a ativação do antagonista em contração excêntrica não difere de indivíduos saudáveis. Já na movimentação concêntrica a diferença é significativa, sendo realçada com o aumento da velocidade. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Knutsson et al. realizaram um trabalho com 15 pacientes paraparéticos a fim de comparar o efeito do treinamento excêntrico e concêntrico nestes indivíduos. Foi observado um aumento de força no quadríceps em ambos os treinamentos. Houve um aumento na força de contração concêntrica de 30% após o treinamento excêntrico, sendo maior que o obtido no treinamento concêntrico.

Hakkinem e Komi, observaram que a utilização de treinamento muscular combinando movimentos concêntrico e excêntrico resulta em maiores ganhos na força muscular e na performance funcional. Contrações concêntricas de alta tensão asseguram que os estímulos do treinamento alcancem unidades motoras inteiras. Contrações excêntricas, por outro lado, influenciam mais eficientemente os componentes elásticos do músculo. Medidas de força muscular são indicativos da performance e da função após o AVC. Déficits de força muscular são apontados como fatores predisponentes de quedas em idosos. Medidas objetivas da força de extensores de joelho do lado afetado têm sido apontadas como determinantes da velocidade da marcha e do grau de independência em idosos. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

A força muscular do lado parético correlaciona- se significativamente com a performance da marcha, cadência, distância caminhada, padrão de marcha e independência em indivíduos que sofreram AVC. Estudos que avaliaram os déficits de força nos extensores de joelho, dorsiflexores e flexores plantares confirmaram sua correlação com variáveis da marcha.Aproximadamente 40% do trabalho muscular requerido na marcha é realizado pelo membro afetado. A relação entre a força do lado não afetado e a performance da marcha não tem sido estabelecida, indicando que a melhora após o AVC não pode ser atribuída a um aumento no uso da musculatura remanescente, particularmente a do lado não afetado. Sharp realizou um trabalho com 15 idosos pós-AVC com idade média de 67 anos, durante 6 semanas. O estudo constava de um programa de fortalecimento isocinético de flexores e extensores de joelho do membro parético utilizando o Cybex II. Foi encontrada uma melhora significativa na performance muscular dos flexores e dos extensores de joelho e na velocidade da marcha, sem alteração no tônus muscular. Glasser comparou o treinamento isocinético com um programa de cinesioterapia convencional em um grupo de 20 hemiplégicos. A eficácia do treinamento foi equivalente em ambos os métodos. (SALMELA; OLIVEIRA et. al. 2000 e TRÓCOLI; FURTADO 2008)

Engardt et al. compararam a influência do treinamento isocinético de força em regimes concêntrico e excêntrico dos extensores de joelho na velocidade da marcha, na habilidade de passar de assentado para em pé e no nível de co-contração do antagonista em 20 hemiplégicos. Eles observaram que, embora as modalidades tenham alcançado um aumento considerável na força e na velocidade da marcha, o treinamento excêntrico foi mais efetivo na promoção de uma distribuição de peso simétrica nos membros inferiores para levantar da posição assentada. Foi observado também um nível de co-contração dos antagonistas no movimento concêntrico, mas não no excêntrico.

Teixeira realizou um programa de fortalecimento muscular e condicionamento físico com 13 hemiplégicos crônicos durante 10 semanas. O programa consistia de exercícios de aquecimento, exercícios aeróbicos a 70% da freqüência cardíaca obtida no teste de esforço, fortalecimento dos grandes grupos musculares do membro inferior parético e resfriamento.

Houve uma melhora de 39% no perfil de atividade humana, 78% na qualidade de vida, 28% na velocidade da marcha e 37% na habilidade para subir escadas sem, entretanto, observar alterações do grau de espasticidade tanto dos flexores plantares quanto dos extensores do joelho.

Salmela et.al investigou a performance funcional em indivíduos hemiplégicos crônicos, quando submetidos a um programa de fortalecimento muscular, utilizando a musculação e condicionamento aeróbio. Trinta pacientes foram recrutados na comunidade obedecendo aos critérios de inclusão, e submetidos ao programa de treinamento pré-estabelecido, três vezes por semana, durante 10 semanas. Os pacientes foram avaliados antes e após o treinamento nos seguintes parâmetros funcionais: velocidade de marcha, habilidade para subir escadas, endurance (velocidade máxima e índice de custo fisiológico) e simetria no sentar e levantar. Estatísticas descritivas e testes de normalidade (Shapiro-Wilk) foram utilizadas para todas as variáveis. Testes-t de Student para dados emparelhados foram utilizados para investigar o impacto do treinamento. Melhoras significativas foram observadas na velocidade de marcha, habilidade para subir escadas e velocidade máxima. Não foram observadas diferenças significativas nas medidas de simetria e índice de custo fisiológico. Os achados demonstraram melhoras significativas nas medidas de performance funcional, após 10 semanas de treinamento, associando musculação e condicionamento aeróbio.

Medeiros et. al. Afirma que há evidências de que o treinamento de força tem um importante papel na recuperação funcional mesmo em portadores crônicos de acidente vascular cerebral, principalmente se o treino está relacionado com a execução de tarefas cotidianas. Tem sido demonstrado que o treinamento de força não traz prejuízos ao tônus muscular, não produzindo acentuação da espasticidade.

Conclusão

A utilização de programas de fortalecimento muscular em hemiparéticos sempre despertou preocupações a respeito de possíveis efeitos deletérios sobre o tônus muscular. No entanto, todos os estudos (100%) que avaliaram a influência do exercício resistido para ganho de força muscular no tônus muscular não encontraram nenhuma alteração significativa após a aplicação do programa de treinamento.

Referências

Basmajian J V. Exercícios Terapêuticos. 3 ed. São Paulo, Manole, 1987,757.

ENGARDT, M.; KNUTSSON, E.; JONSSON, M.; STERNHAG, M. - Dynamic muscle strength training in stroke patients; effects on knee extension torque, eletromyographic activity, and motor function. Arch Phys Med Rehabil 76: 419-25,1995.

GLASSER, L. - Effects of isokinetic training on the rate of movement during ambulation in hemiparetic patients. Phys Ther 66(5): 673-6, 1986.

HAKKINEN, K.; KOMI, V. - Effect of different combined concentric and eccentric muscle work regiments on maximal strength development. J Human Mov Studies 7: 33-44, 1981.

KNUTSSON, E.; MARTERSSON, A.; GRANSBERG, L. - The effects of concentric and eccentric training in spastic paresis. Scand J Rehabil Med 24(27): 31-2, 1992.

LESSA, I. Epidemiologia das doenças cerebrovasculares no Brasil. Rev Soc Cardiol Estado São Paulo 1999; 9(4): 509-18.

MEDEIROS, M.S.M. Treinamento de Força em Sujeitos Portadores de Acidente Vascular Cerebral. Pós graduação Lato-Sensu em Musculação e Treinamento da Força – Universidade Gama Filho, 2010.

Oliveira MSR, Abramo A, Mendes MRP. Acidente vascular encefálico: análise da função motora de um caso em tratamento na piscina aquecida. Rev Fisioter Bras. 2004; 5(6):484-9.

O’SULLIVAN, B.S.; SCHMITZ, T.J. - Fisioterapia, Avaliação e Tratamento. 2 ed. São Paulo: Manole, 1988.

SALMELA, L.F.T.; OLIVEIRA, E.S.G. et. al. Fortalecimento muscular e condicionamento físico em hemiplégicos. Acta Fisiátrica 7(3): 108-118, 2000.

SALMELA, L.F.T.; SILVA, P.C. et. al. Musculação e condicionamento aeróbio na performance funcional de hemiplégicos crônicos. ACTA FISIÁTRICA 10(2): 54-60, 2003.

TEIXEIRA, L.F.; OLNEY, S.J.; BROUWER, B. - Mecanismos e medidas de espasticidade. Rev Fisio USP 5(1): 4-19, 1998.

TRÓCOLI, T. O.; FURTADO, C. Fortalecimento muscular em hemiparéticos crônicos e sua influência no desempenho funcional. Revista Neurociências 2008.

Tratado de Radiologia - Wolfgan Dâhnert

Anatomia Para o Diagnostico Radiologico

Fundamentos da Radiologia do Esqueleto

Patologia Respiratoria - Manual de Procedimentos de Diagnostico e Controle

terça-feira, 13 de abril de 2010

Neurologia para fisioterapeutas

Fisioterapia Cardiopulmonar

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Video Aula Mulligan Taping Techniques

A técnica é aplicada no tratamento de disfunções das articulações e da coluna vertebral propiciando o alívio da dor e ganho de amplitude. O conceito Mulligan utiliza mobilizações cujas manobras são realizadas com número, posição, direção e pressão corretos. Se necessário, o uso de tapping (bandagem) poderá ser usado para manter o segmento tratado na posição desejada.A técnica conhecida mundialmente como TAPING, baseia-se na recuperação da biomecânica normal, pelo reposicionamento articular obtido com o uso de; 1º terapia manual, 2º bandagem e 3º exercícios terapêuticos, tratando assim as desordens neuro-mecânicas através do envio constante de estímulos proprioceptivos da região onde há o desequilíbrio muscular. Sua eficácia esta sendo comprovada por inúmeras publicações internacionais. Hoje trago para nosso blog um DVD com as Tecnicas do Taping (clique aqui) e mais alguns artigos relacionados com a Tecnica, que são eles:

Treinamento muscular respiratorio (Palestra e Artigos)

Clique na imagem e assista a palestra
Atualmente tem sido dada grande atenção ao estudo da função muscular respiratória, principalmente da força muscular respiratória em indivíduos normais, assim como em patologias pulmonares e doenças neuromusculares, sendo de conhecimento científico e clínico que sintomas como dispnéia, tosse e fadiga são comuns em tais disfunções. Alguns autores começaram a investigar e caracterizar a resistência muscular, ou seja, a força muscular inspiratória e expiratória, como método de avaliação em pacientes com AVE e relatam a existência da fraqueza muscular respiratória, principalmente, a expiratória no pacientes com AVE e uma grande necessidade de treinar esses músculos fracos dentro de um programa de reabilitação.
O treinamento também é comum apos o a retirada do pct da VM, onde muitos teram que reaprender a respirar. Essa postagem conta com uma excelente palestra da Fisioterapeuta Marta Damasceno, que é Coord. do Curso de Fisioterapia Intensiva STI-HSPE, que vocè pode assistir clicando aqui e mais quarto artigos sobre o assunto listados a seguir:

domingo, 11 de abril de 2010

Crioterapia e TENS

Fuuuuuuuuusão! Para os que tiveram infância.
Umas das modinhas atuais na fisioterapia é a fusão de duas tecnicas de analgesia, a associação do TENS com crioterapia para uma mais eficiente obtenção analgésica. bem antes de saber qual a mecânica deste tratamento associado é necessário conhecer essas duas modalidades terapêuticas, então vamos fazer um curto e objetivo resumo.
Vasconcellos (1998) cita que os efeitos terapêuticos da crioterapia estão condicionados a alguns fatores, como: duração da aplicação, área da superfície tratada, intensidade do frio, local do corpo e suas estruturas anatômicas, sensibilidade e resposta individual, e quadro a ser tratado.
Todos esses condicionantes estão submetidos às respostas teciduais ao frio, principalmente do tecido nervoso, suas terminações, seus mediadores bioquímicos, seus envoltórios e suas especificidades de fibras. Com o propósito analgésico, usa-se o frio como contra-irritante, produzindo endorfinas e aumentando o limiar da dor. Abaixo de 10ºC, ocorre bloqueio total das transmissões dos impulsos nervosos. Até quarenta e oito horas após traumas leves ou moderados, o frio vai atuar tanto na diminuição da dor como prevenindo edema e sangramentos, por vasoconstrição reflexa simpática e liberação de histamina. Deve-se ter atenção para o período de vasodilatação pós-aplicação, que poderá aumentar o edema e sangramento. Aplicações rápidas, de menos de oito minutos, servem para estimular contrações em músculos comprometidos ou fracos. Aplicações acima de quinze minutos induzem ao relaxamento muscular.TENS promove analgesia predominantemente por meio do mecanismo do portão ou teoria das comportas, proposta por Melzack e Wall5, que provoca analgesia mediante a ativação seletiva das fibras táteis de diâmetro largo (A-beta), sem ativar fibras nociceptivas de menor diâmetro (A-delta e C). A atividade gerada nas fibras A-beta inibe a atividade em curso dos neurônios nociceptivos no corno dorsal da medula espinal5. Adicionalmente, o mecanismo analgésico da TENS parece também estar relacionado à ativação de receptores para opióides endógenos, na medula espinal,Neste tipo de estimulação, a analgesia é imediata ou após dez minutos de aplicação, efeito que perdura de 20 a 30 minutos até duas horas Santuzzi, 2008.
Então vejamos, um leva analgesia pela ativação de outras fibras nervosas táteis que são mais velozes que a fibras nociceptivas gerando uma analgesia e a crioterapia abaixo de 10ºC gera um bloqueio nervoso total e grais superiores geram um retardo na condução nervosa. Seguindo por esses conceitos, essas duas técnicas seriam antagônicas, a crioterapia impediria a condução nervosa aferente que o TENS precisa usar pra gerar analgesia, porem a crio inicialmente gera sensações desconfortáveis no qual o TENS poderia atuar.
Confuso??? Muito...mas será que há algum beneficio no uso desta técnica alem da analgesia inicial dos efeito da crioterapia?Estudos realizados no Mickey (ratos) demonstraram que tanto a TENS como a crioterapia promoveram analgesia na pata do animal quando utilizadas isoladamente, mas ao associar os dois recursos teve-se reversão na analgesia, Geraldo, 2005.
Outro estudo também realizado com ratos obteve o mesmo resultado porem ressalta que esta técnica pode gerar resultados positivos em casos de dores geradas por edemas, Santuzzi, 2008.Ambos dos estudos colocam em pauta a falta de informação literária sobre a associação do TENS com a crio e também ressaltam a idéia que uma técnica pode antagonizar a outra.Saindo do universo dos roedores, teve um trabalho apresentado que menciono a associação das técnicas em humanos, mas especificamente na dor crônica do joelho, a avaliação com escala EVA e o SF36, foi realizada após a aplicação combinada da crio e TENS com duração de 30min, os resultados indicaram uma melhora na qualidade de vida e diminuição da dor, Silvia, 2008.Então fisioterapia baseada em evidencia again... Mais uma vez se vê resultado e sem um porque. A minha opinião é aquela que já falei o TENS pode auxiliar nas sensações desconfortáveis da crio, então pessoas que não tem uma tolerância ao frio agora podem fazer uso da crioterapia, outro dado obtido é que em processos algícos gerados por edemas a associação da técnica pode trazer algum resultado decorrente à diminuição do edema.

Fonte: Baú da Fisio

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Curso de Eletrocardiograma


Curso completo de Eletrocardiograma básico em apostilas Doc, exemplos em PDF e um programinha simples que simula arritmias

Perguntas Em Cardiologia


Um blog muito bacana onde esclarece varias duvidas em Cardiologia. Assuntos que colocam em dúvida tanto alunos quanto a população em geral, são esclarecidos. Acesse

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terça-feira, 6 de abril de 2010

A Importância da Imagem Pessoal

Imagem pessoal é a marca que você deixa nas pessoas, é como será lembrado – positiva ou negativamente.

Com esta breve definição podemos avançar na idéia de que no mundo moderno os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva. Para tanto usam seu poder pessoal para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia. Constroem uma base de valor pessoal sólida. Sabem “quanto vale o seu passe”.

Agir com elegância, discrição e, sobretudo, 
ética é um passo a mais para o sucesso.



Como fazer da imagem pessoal uma estratégia no mundo dos negócios?
A verdade é que hoje para ser eficiente, o marketing pessoal deve ser sutil e inteligente a começar pela aparência. Desfilar grifes, por exemplo, não faz de você um profissional respeitado. O resultado pode até ser o contrario e revelar que, na falta do que falar, você esbanja na aparência.

O que não se pode negar, no entanto, é que o primeiro julgamento é o visual, a partir do visual podemos perceber a que grupo uma pessoa pertence, se é cuidadosa ou não pelo seu penteado, se é calma ou agitada pelo modo de andar, sentar e falar, ou seja, fazemos logo um julgamento de alguém que nem conhecemos.

Se isto está certo ou errado, não sei. O que sei é que cada vez mais é importante cuidarmos da nossa imagem, porque querendo ou não seremos julgados pelo inconsciente da pessoa que nos vê.

No mercado de trabalho a imagem pessoal tem muito valor, não importa ser bonito ou feio, na verdade existe uma grande diferença entre ser bonito fisicamente e ter uma boa aparência. Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal, o que quer dizer que ela pode usar roupas amassadas, cabelos desgrenhados, unhas mal feitas, etc. Já uma pessoa de boa aparência é aquela que pode não possuir uma beleza física padrão, mas tem um bom corte de cabelo, unhas em dia, barba bem feita e roupas em ordem.

"A sua imagem pessoal é o seu cartão de visita."

A sua imagem pessoal, não é única, ela precisa se adequar a diferentes ocasiões como ao ambiente de trabalho ou lazer, mas sem esquecer-se de você, do seu estilo, do seu gosto, a sua imagem pessoal deve estar sempre adequada e bem cuidada, ela é a embalagem do seu produto.

Fazendo uma analogia entre um produto em um supermercado e nós profissionais, imagine quando vamos às compras e em uma prateleira encontramos um produto com a embalagem amassada, rasgada, mal cuidada, dificilmente a levamos para a casa, compramos a que está do lado, inteira e bem apresentável. Nós profissionais, somos um produto, e o nosso consumidor/cliente são as empresas, que contratam os nossos serviços, mas se a sua “embalagem”, ou seja, seu visual não estiver condizente com o profissional que você está tentando vender, dificilmente será contratado.

O seu produto é você, os seus conhecimentos, habilidades, técnicas e outras qualidades que você possui. A sua embalagem é a sua aparência, o seu visual, é a primeira informação que o seu cliente, contratante ou o interessado em comprar os seus serviços tem de você.

É verdade que a sua imagem pessoal não lhe garante um emprego, um contrato, uma entrevista de negócios, que uma embalagem sem conteúdo não tem muita força, mas sem ela dificilmente terá mais que um primeiro contato.

Como diz a célebre frase de Cícero, o grande orador romano, que dizia “não basta à mulher de César ser honesta, ela tem de parecer honesta”.

Não basta sermos ótimo profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais.

Análise SWOT Pessoal

Em planejamento estratégico, a análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats, em português - Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) é uma maneira eficiente de identificar os pontos fortes e fracos de uma organização, assim como examinar as oportunidades e as ameaças que poderão ser enfrentadas no mercado de atuação. No final obtemos informações internas da empresa (strengths and weaknesses, forças e fraquezas) e fatores externos (opportunities and threats, oportunidades e ameaças). Mas, e se resolvermos usar essa ferramenta em benefício próprio fazendo uma "análise SWOT pessoal", como seria?


"NÃO EXISTE PRODUTO MADURO SEM OPORTUNIDADES, MAS GERENTES SEM IMAGINAÇÃO" (Philip Kotler)




É preciso ter autoconfiança, para saber onde estamos e onde queremos chegar dentro de algum tempo, sempre levando em conta as forças macro ambientais (econômicas, socioculturais, tecnológicas, mercadológicas) e agentes micro ambientais, em nível individual (formação, experiência, conhecimentos, capacidade de aprender, personalidade, aspectos financeiros). Claro, se a vida é de cada um, o mesmo pode-se dizer da carreira profissional em tempos de pensamentos, idéias e inspirações globalizados.

O objetivo da "análise SWOT", no planejamento estratégico, não é somente apresentar um panorama de seu próprio negócio, mas também dos concorrentes e do ambiente de negócios em que se pretende entrar ou no qual já se atue. Este tipo de análise permite uma visão de onde se encontra a empresa e serve de apoio para que as fraquezas da mesma sejam minimizadas e os pontos fortes maximizados e melhor aproveitados. Da mesma forma, uma "análise SWOT pessoal" pode nos dar uma visão das nossas qualificações e do momento profissional que estamos com os mesmos pontos fortes e fracos. A partir daí podemos descobrir quais competências e conhecimentos temos que irá permitir descobrirmos novos rumos na carreira e quais são necessários desenvolver para acompanhar as mudanças atuais.

A seguir estão algumas questões que podem ser estudadas para uma "análise SWOT" pessoal:

Strengths/Forças:
Quais são as suas vantagens como profissional? O que o mercado, sua empresa e seus colegas percebem como sua maior força? Qual o seu grau de esclarecimento e informação sobre o mundo ao redor? O que você faz de melhor? Qual o seu diferencial dentre os seus concorrentes?

Weaknesses/Fraquezas:
O que você pode melhorar? Que tipo de tarefa/atribuições você ainda não faz satisfatoriamente? O que deve ser evitado? Existem queixas de seu superior direto?

Opportunities/Oportunidades:
Existe alguma tendência do mercado que pode ser vista como o "pulo do gato" para você? Existe alguma área na qual você nunca esteve antes, mas pode investir e prestar um bom serviço ou oferecer um bom trabalho? Quais as verdadeiras oportunidades à mostra no mercado de trabalho atual? Invista em seu networking.

Threats/Ameaças:
Que obstáculos você pode prever? O que os outros profissionais como você estão fazendo? Há mudanças das competências necessárias para sua área de atuação? Você passa por problemas financeiros, de desenvolvimento ou algum outro não identificado? Você sente que, de forma geral, os seus concorrentes estão se fortalecendo? Existem outros fatores que podem impedir o seu sucesso na carreira?

Respondenda com consciência e certa abstração a essas perguntas, analise o seu momento pessoal e profissional, trace o perfil que deseja para a sua carreira e defina que rumos tomar a partir daí.

Para o graduando ou ate mesmo o fisioterapeuta "análise SWOT pessoal" vem como um norte na tomada de decisões de que area seguir, por onde começar e por fim conseguir sucesso profissicional.

Para pensar: Pessoas inteligentes

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 25 centavos e outra menor, de 50 centavos. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.


Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
-'Eu sei' - respondeu o tolo.
- 'Ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda'.

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. “O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente".
E quantas vezes nós precisamos bancar o papel de idiota quando empreendemos!!! Se você ainda não conhece essa técnica, experimente... faz milagres!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A Revista Portuguesa de Fisioterapia no Desporto é uma publicação oficial do Grupo de Interesse em Fisioterapia no Desporto da Associação Portuguesa de Fisioterapeutas. Esta revista pretende divulgar um conjunto de informações indispensáveis para a prática clínica e desenvolvimento profissional contínuo dos fisioterapeutas que atuam na área do desporto, bem como, temas de áreas relacionadas. Acesse a revista, clique aqui

domingo, 4 de abril de 2010

Programas de computados Anti Tendinites

É possível enumerar uma série de problemas que os especialistas afirmam que horas na frente do pc traz, como a famosa tendinite. E nesse, e em todos os outros casos, a melhor coisa a fazer é prevenir. Por isso trouxe para vocês dois programas de computador, ou softwares, que funcionam como um despertador. Eles dão um aviso quando chega a hora da pausa e sugerem alguns alongamentos. Abaixo coloquei algumas fotos e um resuminho sobre cada um.

Workrave

Você pode programar de quanto em quanto tempo quer fazer as micropausas e o descanso. O programa monitora as suas paradas, há quanto tempo está no computador e quantos cliques deu com o mouse.

Na hora do descanso aparece uma tela, com uma mulher e um pequeno texto, com exercícios para os braços, os ombros, o pescoço, as mãos e os olhos.


Tela com as estatísticas que o programa faz




Tela com um dos alongamentos que o programa sugere

Você pode baixar pelo site oficial (em inglês) ou clicando aqui. Tem versão tanto para Windows quanto para GNU/Linux.


Off4Fit

Permite que você escolha o tempo de pausa, entre 10 e 180 minutos, e, assim como no Workrave, emite um aviso mostrando o momento da pausa.

Contudo, é mais bonito e os exercícios são divididos em olhos, mãos e corpo. Nesse há uma mulher em 3D que fica fazendo os exercícios junto com você.

Tela com as opções de tempo para descanso



Tela com um dos alongamentos sugeridos

Para baixar é só clicar aqui. Infelizmente só encontrei versão para o Windows…

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Simulador de Ventilador Mecânico - Inter 5 Plus

Para quem precisa de uma ajudinha ao estudar ventilação mecânica, segue o link de um simulador do ventilador Inter 5 plus.

Baixar Videos no Youtube sem sites nem programas


Mais simples, impossível! Não precisa entrar em site nenhum. Estando com a URL do vídeo na barra de endereços, você apaga tudo até o Y (de youtube), adiciona um 3 na frente e aparecerá uma página perguntando para que formato de arquivo você quer o download. Só escolher e baixar. Se tiver alguma dúvida, clique na imagem para ver o tutorial. Curti a idéia!

Game da Reforma Ortográfica


A FMU, em parceria com a Retoque Comunicação e o LivroClip, apresenta o Game da Reforma Ortográfica, uma maneira interativa e divertida de aprender mais sobre as novas regras da língua portuguesa. Confira o game e aproveite para conhecer mais sobre as alterações da reforma ortográfica. joque agora

Como Fazer sua Monografia

Neste tutorial, o Universia pretende mostrar as características fundamentais para montar corretamente a estrutura do trabalho acadêmico e usar corretamente as formatações necessárias de acordo com aquilo que a ABNT estabelece

Seu consultório em qualquer lugar

O RG Médico é um serviço gratuito de agenda, cadastro de pacientes e prontuário eletrônico 100% baseado na Web. Possui vários recursos como monitorização da fila de espera no consultório, emissão de relatórios referentes às consultas realizadas, elaboração de arquivos no padrão TISS… Todo conteúdo ainda pode ser acessado de qualquer lugar, inclusive via celular (disponível para Windows Mobile 5.0 ou superior).

Risco de fraturas e osteopenia

Você sabia que a medida da densidade mineral óssea é melhor preditora de fraturas que a pressão arterial em relação aos acidentes vasculares cerebrais? Ainda existe uma grande dúvida em relação a custo-efetividade ao se tratar pacientes com osteopenia. Eles funcionam como pré-hipertensos, pacientes com glicemia de jejum alterada (“pré-diabéticos”) ou pacientes com AIT.

Assim como em cardiologia, onde os pacientes têm o seu risco cardiovascular medido, podemos calcular os risco de fraturas em 10 anos nos pacientes com osteopenia e, assim, indicar tratamento àqueles com maior risco. Segue abaixo o link com uma calculadora online e as referências.

Valores de Referência:
1 kilogram = 2.20462262 pounds
1 centimeter = 0.393700787 inches

Sedentarismo e Asma

Uma pesquisa realizada por cientistas da Glasgow University concluiu que crianças sedentárias apresentam um risco maior de desenvolver asma do que crianças mais ativas. Depois de acompanhar um grupo de 14 mil crianças desde o nascimento até os onze anos e seis meses, os cientistas observaram que aquelas que assistem mais de duas horas diárias de televisão, por exemplo, apresentam um risco duas vezes maior em relação àquelas que assistem menos. Acredita-se, nesse sentido, que a respiração das crianças sedentárias não é suficientemente profunda e regular, aumentando, assim, as suas chances de desenvolver asma. Leia a matéria completa clicando aqui

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Base de Dados Para Fisioterapeutas

Que tal uma base de dados gratuita com mais de 16,000 estudos clínicos aleatorizados, revisões sistemáticas e diretrizes de prática clínica em fisioterapia. PEDro apresenta os detalhes de citação, o resumo e o link para texto completo (quando possível) para cada estudo clínico, revisão ou diretriz. Acesse clicando aqui

Reflexos no Recém-nascido - Videos of Clinical Pediatrics


Identificar e avaliar os reflexos no recém-nascido é um dos momentos mais importantes no exame físico do mesmo. Esses vídeos dão uma noção de como devem ser avaliados alguns desses reflexos, além disso, outros vídeos mostram circunferência cefálica, reflexo patelar, tônus muscular normal e hipotonia em um RN. Ao todo são 22 vídeos e estão em uma pasta compactada.



Càibras, tudo sobre!

O QUE SÃO
Cãibras são contrações súbitas, breves e dolorosas de um músculo ou grupo muscular. As cãibras são caracterizadas por espasmos musculares involuntários que ocorrem com mais freqüência durante ou após atividades físicas intensas, e ocasionalmente em repouso, podendo ser causadas por diversos fatores.

As cãibras podem ser desencadeadas após exercícios extenuantes, e geralmente duram segundos, podendo-se observar o endurecimento do grupo muscular durante sua atuação. O desaparecimento da mesma, na grande maioria das vezes ocorre subitamente. Os músculos mais afetados são gastrocnêmio, os isquiotibiais e os abdominais.


CAUSAS

A cãibra pode ser causada por quatro fatores diferentes: acúmulo de subprodutos metabólicos (hidrogênio); falha nos mecanismos de contração muscular (sódio ou potássio, principalmente sódio, que aparece em maior quantidade no suor); falta de substratos energéticos, que nada mais é do que a falta de carboidrato ou gordura para a geração de energia (principalmente a falta de carboidrato); e o último possível motivo da cãibra é a fadiga do sistema nervoso central, onde o próprio sistema nervoso apresenta maior dificuldade em manter a eficiência dos movimentos ou dos gestos desportivos.

Por muitos anos, acreditava-se que a causa da caibra era devido à falta, no organismo, de potássio ou outros minerais como cálcio ou magnésio. No entanto, pesquisas mostram que esses minerais são menos propensos a causar cãibras. As quantidades de potássio, cálcio e magnésio no suor são baixas se comparadas com as de sódio e cloreto. Além disso, potássio, magnésio e cálcio são facilmente repostos com dieta. Conseqüentemente, um déficit desses minerais é raro.

Diabetes, doenças neurológicas ou problemas vasculares são fatores que favorecem a ocorrência de cãibras. Alguns relatos também indicam que o uso de certos suplementos dietéticos como creatina pode aumentar os riscos de cãibras musculares. Se cãibras apareceram sem um histórico prévio, consulte um médico para excluir causas mais sérias.


TEORIAS DA CAUSA DAS CÃIBRAS

1) Teoria metabólica: O músculo se torna "intoxicado" por metabólitos provenientes da atividade contrátil, principalmente o acido láctico e a amônia. A acidose induzida pelo exercício é outro fator envolvido no desenvolvimento da cãibra. Se a necessidade de oxigênio não é suprida, o estoque de fosfocreatina é consumido e a célula muscular não consegue realizar as etapas intramitocondriais do ciclo de degradação da glicose, gerando o acúmulo de ácido lático. O excesso de ácido láctico intracelular pode baixar o PH celular, o que daria origem à cãibra.

2) Teoria ambiental: Segundo essa teoria, as modificações extremas no ambiente externo ao organismo, como as provenientes da temperatura, podem desencadear cãibras.

3) Teoria da desidratação: A perda de água induzida pelo exercício gera um desequilíbrio nos fluídos corporais, causando interferência no mecanismo contrátil dos músculos, podendo gerar contrações súbitas - cãibras.

4) Teoria eletrolítica: Trabalhos têm demonstrado que a deficiência de sódio parece ser o principal fator desencadeador das cãibras. Este mineral tem grande importância na iniciação dos sinais dos nervos e ações que levam a movimentos musculares. Desta forma, a diminuição da concentração pode aumentar a sensibilidade muscular e sob condições de exercícios com perda excessiva de suor, uma tensão muscular seguida de movimento pode fazer com que o músculo se contraia involuntariamente. Se a reposição do mineral não ocorrer, instala-se uma deficiência progressiva e significativa de sódio e água, provocando a hiperirritabilidade de algumas terminações nervosas que podem proporcionar as contrações espontâneas dos músculos.

5) Teoria de deficiência de potássio: A deficiência de potássio poderia causar distúrbios na formação de potenciais elétricos, que prejudicaria o controle da contração muscular, gerando contrações espontâneas dos músculos.

6) Teoria de deficiência de cálcio: Um dos mecanismos envolvidos na fisiologia da cãibra diz respeito à deficiência das concentrações de cálcio no sangue, que resultaria na alteração do balanço de cálcio no interior da célula e conseqüentemente desequilíbrio no processo de contração muscular.


PREVENÇÃO


Previna as cãibras antes que elas comecem, fazendo as seguintes recomendações:

1. Beba muito líquido para ficar hidratado durante o exercício;

2. Reponha níveis de sódio durante os intervalos de exercícios pesados e transpiração abundante com uma bebida esportiva como Gatorade;

3. Assegure uma recuperação nutricional adequada (particularmente para o sal) e descanse os músculos após um treino intenso.


SOLUÇÕES RÁPIDAS PARA CÃIBRAS

Quando as cãibras aparecerem durante um exercício ou competição, tome as seguintes medidas:

1. Alongar: Como as cãibras são normalmente relacionadas à mudança na capacidade de peso, alongamento e exercícios sem peso são tratamentos efetivos. O alongamento exige cuidados, pois a força excessiva aplicada a um músculo em espasmo pode resultar em distensão muscular.

2. Massageie a área: Esfregar o músculo afetado pode ajudar a aliviar a dor e também auxilia no estímulo à corrente sangüínea e ao movimento de líquidos na área.

3. Estimule a recuperação: Descanso e hidratação adequada com líquidos que contenham eletrólitos, particularmente sódio, irão rapidamente trazer melhora.

Blog de Fisioterapia Desportiva



Dando uma pesquisada na net encontrei um blog bem interesante sobre Fisioterapia Desportiva. varios artigos interesantes desta area. Vale a pena um clique, acesse aqui

Sala de Situação em Saúde


A Sala de Situação em Saúde foi criada para disponibilizar, em um só local, informações de saúde com abrangência nacional, organizadas em recorte territorial por regiões geográficas, regiões prioritárias de atuação de estados ou municípios. A ferramenta é dividida em quatro módulos: Socioeconômico, Ações de Saúde, Situação de Saúde e Gestão em Saúde. acesse agora

Teste de Risco Coronariano

CURSO ONLINE - Hipertensão Arterial

Caracterização de hipertensão arterial

Calcule sua taxa de metabolismo basal - TMB




Faça o cálculo e descubra qual a sua necessidade diária de calorias e o que fazer para manter o peso, clique aqui

House M.D - O Jogo


Projeto em desenvolvimento, mas você ja pode baixar uma verção beta e ver o trabalho que ja esta pronto e curti um pouco do jogo que esta por vir este ano. Neste jogo você tem que resolver todos os tipos de quebra-cabeças, olhar para os sintomas e determinar o paciente doente. Mesma pessoa, além de uma grande trilha sonora que vai agradar aos fãs da série.



Requisitos do Sistema:
Windows 98/ME/2000/XP, Vista
Processador: Pentium / AMD 2Ghz
Memória: 512 MB
Video: 128 MB, ou compatível com DirectX 9
Placa de Som: DirectX 9-compatible sound card
Espaço : 200 MB

Download Megaupload
Parte 01 - Parte 02
Download X7.to
Parte 01 - Parte 02

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